Já o MarketDash é uma versão do aplicativo Finance para ipads e iphones que saiu em 2009, porém com a diferença de dar acesso completo ao portal financeiro do Yahoo por meio de ipads.Por enquanto o aplicativo encontra-se somente com a versão em inglês e Appstore norte-americana.Com ele usuários podem visualizar e gerenciar papéis/portfólios de seu interesse, brincar com gráficos interativos, obter cotações em tempo real e conferir todas as notícias e estatísticas sobre ações que gostem de acompanhar.
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sábado, 19 de março de 2011
[iapps] Novos aplicativos yahoo
Já o MarketDash é uma versão do aplicativo Finance para ipads e iphones que saiu em 2009, porém com a diferença de dar acesso completo ao portal financeiro do Yahoo por meio de ipads.Por enquanto o aplicativo encontra-se somente com a versão em inglês e Appstore norte-americana.Com ele usuários podem visualizar e gerenciar papéis/portfólios de seu interesse, brincar com gráficos interativos, obter cotações em tempo real e conferir todas as notícias e estatísticas sobre ações que gostem de acompanhar.
[hdw] A face do usuário
Após uma sexta-feira intensa de trabalho, nada como sair para as ruas de São Paulo, que estão sendo lavadas pela chuva, para ficar mais de duas horas no trânsito até conseguir chegar na faculdade em cima da hora, ou seja, sem tempo para comer, ir ao banheiro ou tirar a roupa social que tanto incomoda.
Esse panorama poderia ser alterado se pudéssemos trabalhar em casa, distribuindo pela rede nossas informações e conhecimentos, afim de realizar trabalhos nada mecânicos ou rotineiros, para empresas não só da sua cidade – porque isso já é ultrapassado – mas para empresas de qualquer lugar.
Muito se fala em como empresas se beneficiaram com o crowdsourcing. Cases de sucesso que mostraram como o empresário ou a companhia reduziu os gastos e obteve uma ampla variedade para escolher qual proposta mais lhe agradava, atingindo o sucesso da inovação. Porém, o crowdsourg tem duas faces. Uma da empresa, outra do funcionário, se ainda podemos usar esse termo.
Na face do usuário - acho que essa denominação é mais interessante -, encontramos a possibilidade da qualidade de vida. Não é mais um problema de localização ou de horarío. Cada um escolhe com quais empresas quer trabalhar, gerencia seus gostos pelos projetos que decide ou não realizar. Dialoga com vários mercados e empresas do mundo todo, sem que tenha que sair de casa. Nesse sistema, as oportunidades são dadas igualmente a todos. A todos que tenham um computador.
Para ilustrar, encontrei esse vídeo de uma empresa brasileira que auxilia não só empresas pequenas a conseguirem um logo para a mesma, mas também, designers de todo o país, mesmo aqueles sem formação universitária ou técnica.
sexta-feira, 18 de março de 2011
[redes] Consumidores com o poder
A concentração de poder, informação e controle de ações não está mais só na mão das corporações.
Empresas agora devem monitorar a internet e as redes sociais em busca de feedback para seus produtos e ações. Elas estão suscetíveis a opinião dos consumidores que, com apenas um clique, podem destruir uma reputação construída ao longo de anos.
As redes sociais, assim como os jornais, por exemplo, trazem consigo mais credibilidade do que uma campanha ou ação, que os consumidores hoje sabem que são promovidas pelas empresas para levá-los ao ato da compra.
Soma-se a isso o fato de que as redes sociais são ambientes incontroláveis pois as noticias podem ser feitas por qualquer um, temos então situações críticas que as empresas estão começando a aprender a lidar agora.
Do ponto de vista das empresas, o fenômeno redes sociais, se não bem estudado, monitorado e trabalhado, pode ser um desastre. Recentemente, acompanhamos o caso da Brastemp, onde um consumidor indignado com o péssimo serviço de atendimento fez um vídeo para o Youtube e obteve um enorme número de views, além de fazer a Brastemp ir para os TT's do Brasil, com uma imagem negativa, por pelo menos algumas horas. Essa atitude dele inspirou mais um grande número de consumidores que haviam sido negligenciados pela Brastemp a manifestarem seu descontentamento, manchando a reputação da empresa.
Atitudes como a desse indignado consumidor podem destruir o duro trabalho de passar anos construindo uma marca forte e respeitada. As empresas têm agora um grande dever para com os consumidores: manter uma relação de honestidade e transparência e sempre entregar o que lhes fora prometido. Afinal, não se trabalha mais com um mercado com uma enorme taxa de crescimento, como no final da década de 80. Está trabalhando-se agora com um mercado maduro e desenvolvido e com consumidores conscientes de seus direitos. Não se pode mais só vender, tem que haver conquista e fidelização.
[tablets] Mais fino, mais leve, mais rápido e mais cobiçado.
Graças a seu novo desenho, o Ipad 2 é mais fino que seu antecessor e suas duas câmeras - uma na frente e outra atrás - possibilitam que os usuários realizem videoconferências. Além de novos recursos, ele é comercializado nas cores branca e preta e leva entrada HDMI que permite transmissão de conteúdo em full HD quando conectado a monitores.
As notícias no dia seguinte foram surpreendentes mesmo entre os geeks: muitas pessoas venderam seus lugares na fila por centenas de dólares e uma mulher que estava entre as primeiras da fila embolsou U$900 para ceder seu lugar. Além disso, muitos compradores já colocaram seus Ipads 2 à venda em sites como o eBay e com certeza muitos deles, assim como Steve Jobs, também estão ganhando muito dinheiro com esse lançamento.
[redes] Facebook poderá oferecer serviços de compra coletiva

De acordo com um comunicado oficial do Facebook, nas próximas semanas a rede social começará a testar um serviço que permitirá aos seus usuários a compra de produtos com desconto, nos moldes do Groupon. Além disso, as pessoas poderão compartilhar as promoções com seus amigos.
Em breve, as empresas locais poderão se inscrever para divulgar suas ofertas. Por enquanto, o serviço será testado em cinco cidades americanas: Austin, Atlanta, Dallas, San Diego e São Francisco. Com isso, o Facebook busca acompanhar o crescimento do mercado norte-americano de cupons diários, que segundo as estimativas da empresa de consultoria BIA/Kelsey, crescerá de US$ 873 milhões, no ano passado, para US$ 3,93 bilhões em 2015.
Com mais de 500 milhões de usuários, a rede social pretende atrair ainda mais empresas para a sua base atual, que hoje inclui Starbucks, JetBlue Airways, Coca-Cola e Procter & Gamble. Vale lembrar que 60% ou US$ 1,12 bilhões da receita em publicidade do Facebook, no ano passado, veio de pequenas empresas.
Fonte: Bloomberg
quinta-feira, 17 de março de 2011
[itv] "Democracia" das TVs de web
O formato convencional de TV não permite que as pessoas simplesmente comprem um espaço e transmitam um conteúdo sobre o assunto que quiserem. O número limitado de emissoras não permite que sejam disponibilizados muitos espaços para vender, além disso, esses espaços são muito caros. A Bandeirantes e a Rede TV disponibilizam espaços para comprar, principalmente em horários pouco convencionais, porém outras emissoras nem sequer tem isso disponível. Também existe o problema que estes espaços são muito dispendiosos, exigindo que se pague pelo espaço e pague toda a produção do programa.
Isso tudo resulta que o conteúdo transmitido é limitado, sempre muito semelhante. Os assuntos abordados não variam muito e quase sempre são definidos por algumas pessoas.
Em contrapartida, o formato de televisão transmitido pela internet que surgiu por volta de 2004 vai na contramão destes fatores citados acima. Este formato permite que estejam disponíveis muito mais espaços para transmitir conteúdos diferentes. Com o pioneirismo da All TV nessa área, abriu-se caminho para surgirem muitas outras TV de web, abrindo-se muitos espaços para novos programas.
Os espaços vendidos são muito mais baratos que os espaços da TV convencional e a produção da transmissão também é bem mais em conta, resultando em um espaço muito mais barato para se transmitir o programa. Todos os espaços estão à venda, ao contrário da TV convencional que disponibiliza apenas poucos horários.
Além disso tudo, quem comprou o espaço pode definir o assunto que irá abordar e levar o programa pelo caminho que bem entender. Com isso, tem-se uma gama de assuntos e programas muito amplo, abordando diferentes temas, sob diferentes pontos de vista.
quarta-feira, 16 de março de 2011
[iapps] Lançamento de Garage Band para iPad
Além dos instrumentos convencionais, como o Piano e a Bateria, o aplicativo para iPad, diferente do para Mac, tem os "smart instruments" que possibilitam que os mais leigos como eu possam dedilhar alguma música e se divertir. Além disso, por todo o mecanismo ser touch, fica bem mais fácil tocar os instrumentos, coisa que no computador ficava mais difícil de fazer usando o mouse e teclado. Depois de brincar você ainda pode gravar as músicas que tocou para carregar com você e mostrar para os amigos as suas composições.
Testei o aplicativo e me diverti muito, recomendo! A única pena é que ele não é free, mas vale a pena pagar U$5,00 por esse brinquedinho.
VÍDEO DE DEMOSTRAÇÃO DO GARAGE BAND NO IPAD 2