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quarta-feira, 16 de março de 2011

[iapps] Lançamento de Garage Band para iPad

Simultaneamente ao lançamento do iPad 2, foi lançado o aplicativo para iPad do Garage Band, famoso aplicativo para plataforma Mac que agora foi desenvolvido na versão mobile para o tão famoso e idolatrado tablet da Apple.
Além dos instrumentos convencionais, como o Piano e a Bateria, o aplicativo para iPad, diferente do para Mac, tem os "smart instruments" que possibilitam que os mais leigos como eu possam dedilhar alguma música e se divertir. Além disso, por todo o mecanismo ser touch, fica bem mais fácil tocar os instrumentos, coisa que no computador ficava mais difícil de fazer usando o mouse e teclado. Depois de brincar você ainda pode gravar as músicas que tocou para carregar com você e mostrar para os amigos as suas composições.
Testei o aplicativo e me diverti muito, recomendo! A única pena é que ele não é free, mas vale a pena pagar U$5,00 por esse brinquedinho.

VÍDEO DE DEMOSTRAÇÃO DO GARAGE BAND NO IPAD 2

[redes] LinkedIn com problemas para entrar no mercado financeiro

Nem só de Facebook e Twitter o mundo das redes sociais vive. Aliás, muito longe disso, existe rede social para tudo. De nicho à massa, os objetivos das redes são tão variados que se encontra de tudo. LindkedIn não tem um propósito estranho. Aliás, um propósito útil para um mundo onde conexões no mercado de trabalho são importantes. Quem se cadastra na rede quer mostrar a todos o seu currículo, suas qualificações e seus colegas do mercado.
Mas o problema surge quando uma rede tão do bem, que captou tanto o espírito ocidental de trabalho é bloqueada na China, conhecida por um controle de informações restrito, banindo até o Google. Por um dia em Fevereiro, os usuários chineses não puderam acessar suas contas no site. Há rumores de que o responsável pode ter sido o Governo chinês, como também uma falha na rede.
O fato da censura chinesa é um problema? Sim, mas o ponto chave aqui, além da liberdade que a internet proporciona, é a abertura de IPO da empresa na bolsa americana. Um 'falha' dessas prejudica o crescimento do LinkedIn, que já alcançou um milhão de usuários na China, e ajuda a impedir a migração da empresa, saindo do mundo virtual e caminhando para o mundo real, para o mundo financeiro.

terça-feira, 15 de março de 2011

[hdw] Crowdsourcing: Entendendo o que é.

O mundo já falou de Globalização. O mundo já falou de Web 2.0. O mundo já falou de redes sociais. Mas o que parece chamar a atenção das grandes empresas é o Crowdsourcing, conceito simples que parece um monstro de 7 cabeças pra muita gente.

Então, o que é Crowdsourcing?

O nome em inglês pode complicar, mas é mais fácil entender de onde ele veio. Foi derivado do Outsourcing, que basicamente significa terceirização. O Outsourcing era o modo de produção de empresas que buscavam soluções em outras empresas. Esse modo dava menos trabalho e rendia um resultado final melhor. Com a internet e principalmente com a interação da chamada Web 2.0, as empresas começaram a olhar para a rede como um lugar onde poderiam achar respostas para seus problemas, de um jeito mais fácil, mais prático, com melhores resultados e incrivelmente, mais barato. Essa alternativa de utilizar uma "multidão" de pessoas(nesse caso da internet) para resolver problemas foi chamado de Crowdsourcing.

Ao longo das semanas vou colocar casos diferentes de Crowdsourcing, comentando seus erros e acertos e tentando entender como ele pode ser útil como ferramenta de gestão de negócios.

segunda-feira, 14 de março de 2011

[lctos] SOCIAL MEDIA HELL


Em Austin, Texas, está acontecendo um festival de músicas e filmes que vem desde o dia 11 até o dia 20 de março. O festival se chama SXSW® Music and Media Conference e está comemorando 25 anos.

Mas o interessante mesmo não é este fato, e sim o modo como foi feita a análise de opiniões dos moradores da cidade para saber do que as pessoas estão falando e onde elas estão indo durante o SXSW®.

SOCIAL MEDIA HELL ( http://www.socialmediahell.com) foi criado com esta intenção, onde utilizando as informações do Twitter e Foursquare. É um site do evento que faz um paralelo com o inferno de Dante, e cada nível representa alguma coisa, por exemplo, Gula são os restaurantes mais frequentados. É divertido e se você chegar até o último nível pode virar o presidente do inferno!

[redes] O Brasil é o país que possui mais alcance em redes sociais

Desbancando os Estados Unidos, a França e a Alemanha, o Brasil lidera a classificação dos países com o maior número de usuários que visitam redes sociais. Essa classificação é proporcional ao número total de internautas de cada país. Quem realizou esse estudo foi a empresa de pesquisa Nielsen, e essa foi realizada em 10 países. Um dado interessante da pesquisa mostra que quase 90% dos internautas brasileiros utilizam pelo menos algum tipo de rede social.

O site de rede social mais conectado no Brasil, lançado pelo Google no ano de 2004, é o Orkut. Esse foi, também, responsável por popularizar as redes sociais no país. A pesquisa comprova que metade dos internautas brasileiros já havia se conectado nesse site.

Em muitos outros países, o Facebook – outro site de rede social que está se difundindo no Brasil – lidera a audiência em redes sociais. Temos como exemplo a Itália, no qual dois terços de seus usuários ativos se conectam no site. No Brasil o Facebook ainda aponta para penúltima posição em audiência – apenas 26% internautas visitaram o site no mês de abril (2010).

[games] Sony x Nintendo - um olhar administrativo

Estudantes de marketing tendem a superestimar a importância dele nas decisões empresariais sobre determinado produto. É importante observar os produtos com um olhar mais amplo, levando em consideração outros fatores, entre eles, o administrativo e a engenharia.  Sony e Nintendo não fixaram posicionamentos diferentes para seus consoles apenas porque cada um tinha uma opinião sobre o mercado.
A Sony, em seu tradicional modelo, optou por fazer um hardware extremamente sofisticado sob a estrela da tecnologia blu-ray, plataforma esta adequada para jogos mais complexos e maduros, integrando no PS3 essa tecnologia que ela desenvolveu junto com a Panasonic com interesses muito mais amplos do que o uso em videogames (para citar um, ter seu modelo como padrão escolhido para suceder o DVD). Essa tecnologia era muito cara e, inicialmente, a Sony gastava mais de 800 dólares para produzir cada console, vendido no varejo entre 500 e 600 dólares, o que significa que os japoneses subsidiavam até 300 dólares por unidade vendida. A idéia era baratear custos com melhorias na produção e lucrar com a venda de jogos, não com a venda da plataforma.
A Nintendo, ao contrário, entrou na disputa da sétima geração com um console da sexta, oferecendo um hardware certamente inferior, mas prometendo algo diferente, a diversão descompromissada para um número maior de jogadores. A Nintendo optou por lucrar inclusive com a venda do console. Cada Wii vendido na Europa rendia 79 dólares à Nintendo, enquanto cada PS3 vendido no mesmo mercado onerava em 300 dólares o caixa da Sony. O Wii, com isso e com sua proposta, domina o mercado desde que foi lançado e mais importante, é rentável em todas as formas.


Elefante branco?


A Sony obteve prejuízos homéricos, perdendo mais de três bilhões de dólares (tudo o que havia ganhado em cinco anos com o sucesso do PS2, o console mais vendido da história).  Hoje ela já cobre o custo do PS3, mas ainda não consegue lucrar com o hardware.  Também lucra menos percentualmente que a Nintendo com venda de jogos, pois é dona de menos franquias. O medo é que o investimento feito não seja recuperado, já que o PS3 segue muito caro e sua real capacidade inexplorada pelos softwares. Especialistas brincam que o PS3 é o PS4 prematuro. A sétima geração é dominada pela Nintendo.
A questão deve ser analisada no médio-longo prazo. Hoje o PS3 acumula prejuízo e vê a Nintendo voar, mas quando Wii e o Xbox 360 já estiverem obsoletos, o PS3 ainda estará a pleno vapor, tendo pelo menos mais 10 anos de vida útil.  O que os concorrentes trarão de novidade no futuro?  O PS3 conseguirá pagar a conta do seu lançamento precipitado via otimização da produção e venda de jogos populares? Muitos cravam a opção da Nintendo em lucrar com a venda dos consoles e diminuir custos de P&D como acertada, inclusive a alta gestão da Sony, mas o futuro pode ser mais otimista para o precocemente apelidado “elefante branco” do conglomerado japonês.

domingo, 13 de março de 2011

[cloud] O que é Cloud Computing


Cloud Computing é uma ferramenta que se originou naturalmente a partir da evolução da internet. O conceito é o seguinte: usar um programa ou visualizar um arquivo que não esteja armazenado no seu computador (por isso a idéia de “nuvem”). Simples assim, mas com muitas aplicações.
Para entendermos de uma maneira clara é bom nós pensarmos no Cloud Computing como uma ferramenta de dois lados: o da frente e o de trás. Na frente, o usuário, o cliente ou o empregado com seus computadores, tablets ou smartphones conectados a uma rede (normalmente a internet).
Atrás, o sistema que compõem a Cloud. São vários computadores, servidores e sistemas de armazenamento de arquivos (datacenters). A conexão e o gerenciamento desse sistema criam a “nuvem” e faz com que o trafego de informações flua bem.
Quando você acessa o seu hotmail, por exemplo, todas aquelas informações estão armazenadas no datacenter da Microsoft. Outro exemplo é o Facebook, com fotos, wall, jogos, etc. Talvez você não tenha se dado conta disso,mas você está na nuvem já faz um tempo. =]