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segunda-feira, 23 de maio de 2011

[redes]Facebook censurando novamente?



Como já visto em um post anterior, o Facebook tem procurado problemas com ativistas. Se da primeira vez foram apagadas contas de activistas que planejavam manifestações no 1o de Maio, agora o alvo foi o Greenpeace.
O grupo israelense do Greenpeace tinha planos de veicular um anúncio no próprio Facebook, pedindo para que a administração da rede parasse de usar energia não renovável para suprir seu data center, localizado em Oregon, EUA.
O anúncio foi recusado pelo Facebook, alegando que não publicam qualquer anúncio com referências ao Facebook, como nome, marcas, logotipo ou qualquer coisa que remeta à marca.
Para mim, diferentemente do que muitos críticos dizem, isso não foi um ato de censura, mas apenas de proteção de marca. O Facebook tem todo o direito fazer isso, desde que não interfira em informações de usuários, grande problema apontado contra a rede.
De qualquer maneira, o Facebook anunciou que foram feitas alterações no tipo de energia consumida no data center, instalando um sistema de umidificação do ar, que diminui o consumo de energia elétrica dos computadores.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

[redes]Aumento com gastos de publicidade online

O advento da internet até que tem durado, não? Veio descompromissada e dominou geral. E as redes sociais, então? Sempre crescendo em números de usuários, horas de acesso e outras coisas. Outras coisas que incluem o aumento dos gastos com publicidade. E como tem aumentado. Segundo levantamentos da eMarketer, no ano passado esses gastos somaram US$2bi. Espera-se que em 2011 esse valor chegará a US$3bi e um estudo da consultoria Bia/Kelsey prevê, para 2015, gastos de US$8,3bi. E que tipos de anúncios são esses? Nesse levantamento da consultoria, US$7,7 bi serão de anúncios comuns, banners, daqueles que aparecem nos sites. E claro, será o Facebook quem ficará com uma grande fatia desse faturamento. Quem disse que esse negócio de internet era passageiro?

sexta-feira, 29 de abril de 2011

[redes]Facebook Deals

Se nem o Google resistiu à nova febre, Mark Zuckerberg também não poderia perder a chance de lucrar com compra coletiva. Essa semana, no dia 26, o Facebook anunciou o lançamento de um serviço de compra coletiva que funcionará dentro da rede social. Se chama Deal e estará disponível para quem estiver em Atlanta, Austin, Dallas, San Diego e San Francisco.

Por essência, compra coletiva depende de um grupo de pessoas, de compartilhamento. E está para aparecer, um serviço que, hoje, seja melhor no quesito compartilhamento entre amigos. Dessa maneira, o Deals oferece as ofertas da sua região e indica aquelas que seus amigos compraram ou querem comprar. E o mais interessante desse novo serviço é que, ao invés de concorrer com outros sites de compra coletiva que já existem, haverá uma parceria com 11 sites, como Gilt City e KGB deals que já oferecem esse serviço, para que eles coloquem suas ofertas dentro do Facebook.





Bom, pelo barulho gerado, o serviço tem tudo a dar certo. Principalmente olhando os 39.021.751 likes no Facebook. And counting.

domingo, 17 de abril de 2011

[redes]A escolha entre o Orkut e Facebook


Por mais novidadeiro que o brasileiro seja, o usuário médio daqui sempre demora um tempo para assimilar novas redes sociais. Foi assim com o Twitter, está sendo com o Tumblr, e não poderia ser diferente com o Facebook. Mas uma vez que surge um crescimento, ele passa a ser quase que geométrico, puxado pelas indicações de amigos.
Acontece que aquele fenômeno chamado pelos mais radicais de orkutização, já está acontecendo com o Facebook. Se antes era uma rede para aqueles que falavam inglês e tinham amigos gringos, hoje o brasileiro está invadindo a rede. Somente nos três primeiros meses desse ano, houve um crescimento de 54% o número de usuário. No total do ano passado, essa quantidade aumentou 165%. Aumento expressivo e humilhador, perto dos resultados do Orkut. Ainda que possua mais visitas únicas, o crescimento do Orkut foi de apenas 3,71%.
Ainda que as expectativas de ultrapassar o Orkut em 2011 não sejam positivas, espera-se que esse cenário não demore muito a ser revertido. Especialmente pela falta ou demora de inovações no Orkut e, novamente, pela vontade que o brasileiro tem de experimentar novas ferramentas.

domingo, 10 de abril de 2011

[redes]Quem disse que jogos não davam dinheiro?


Para quem passou por essa fase, ou ainda vive seu auge, fique sabendo que o mercado de Social Games valerá, em 2015, US$5 bilhões, 5x o que movimenta hoje. E eu estou falando de Farmville, Cityville e Colheita feliz. Acredite: US$5 Bilhões.

Essa movimentação toda de dinheiro vem de publicidade e de compra de itens para o jogo. Segundo a Parks Associate, existe aproximadamente 250 milhões de pessoas jogadores nas redes sociais em média, por mês. Daí a quantidade de dinheiro movimentada hoje.

Como exemplo de empresa que está aproveitando essa curva de crescimento está a Zynga, proprietária do CityVille, FarmVille e Mafia Wars. Com moeda própria e 10 jogos no Facebook, a empresa vale algo como US$10 bilhões.

E nossos pais ainda diziam que esse negócio de jogo era só brincadeira e não dava dinheiro.

domingo, 3 de abril de 2011

[redes]De desconhecido a galinha dos ovos de ouro

Quem diz que adolescente só faz coisa que não presta e fica o dia inteiro preso dentro do quarto não analisou muito bem o que muitos fizeram pela internet. Bom, a parte do 'presos dentro do quarto' pode até estar certa e imagino que foi esse o processo de criação do Tumblr, fundado por David Karp aos 20 anos, sendo que tudo começou aos 15.
O Tumblr pode ser considerada a rede para quem não quer ter trabalho. Se no Twitter você escreve apenas 140 caracteres, aqui nada é escrito. O conteúdo é apenas colado no stream de informação e pronto. Vídeos, fotos, links e qualquer outra coisa que o dono do tumblog deseja compartilhar com sua rede de contatos no Tumblr. E quem acessa por 'heart it' e reblog.
O site foi fundado em 2007, em 2009 começou a ganhar um grande número de adeptos e entre o ano passado e esse ano passou por um boom quase exponencial. Em um ano, passou de 4 milhões de visitas para 10 milhões. E espera-se mais. Tanto que investidores estão apostando 30 milhões de obamas no futuro da rede.

E se você acha que nunca entrou em nenhum Tumblr, entre no Porra, Maurício, Porra, Michel, e em homenagem a nós, Porra, Publicitários.

domingo, 27 de março de 2011

[redes]Color your pics


Se há algo que essa revolução em que estamos vivendo possibilitou é o acesso a informação. Obviedade a parte, é possível saber de tudo. Inclusive ter acesso a fotos que estão tirando perto de onde você está.
Color é uma rede social que combina localização e fotografia. Em um raio de 45 pés, o usuário desse aplicativo para iPhone e Android pode ver fotos tiradas pelos outros usuários. Uma festa, um show, um evento. Ou sua vizinha. Novamente a ladainha das redes sociais aproximando pessoas.
Para dizer se a rede terá futuro, é preciso esperar. Mas o criador, Bill Nyguen já tem um histórico de sucesso. Ele pode não estar certo, mas alguém que desperta interesse da Apple e vende sua empresa, a Lala, por 800 milhões de dolares merece atenção. E um download na Apple Store. Que aliás, é gratuito.

segunda-feira, 21 de março de 2011

[redes]O acesso à enxurrada de acontecimentos fica mais fácil

Para você ver como as coisas são. Já surgiu tanta coisa, a tecnologia evoluiu de tal forma que hoje até pelo celular é possível acompanhar o que seus amigos fazem, dizem, exibem. O Facebook, companheiro inseparável de todos nós, é acessado facilmente pelo celular. Que o digam os blackberry fans e sua luzinha vermelha que deixa qualquer um louco.
Mas nem todos são usuários de Blackberry ou outro smartphone (Para o bem e para o mal. Mais para o bem, na minha opinião) e são esses os usuários que mais têm dificuldades em acessar a rede social de seus celulares, digamos, mais próximos do que um telefone celular deveria ser.
Com o objetivo de facilitar o acesso ao site através de aparelhos mobile menos sofisticados, o Facebook, comprou a inglesa Snaptu, desenvolvedora de aplicativos para celulares com menos features que um smartphone. O que muda é que com isso mais pessoas poderão acessar seu muro e mensagens on-the-go, gastando menos com a compra do aparelho e também com o tráfego de dados, já que aplicativos para esses celulares não demandarão um pacote de dados tão completo quanto o de um usuário 3G frenético de iPhone.
Ponto para o Facebook na estratégia de facilitar o acesso a pessoas que julgam necessário estar conectadas a todo momento.

quarta-feira, 16 de março de 2011

[redes] LinkedIn com problemas para entrar no mercado financeiro

Nem só de Facebook e Twitter o mundo das redes sociais vive. Aliás, muito longe disso, existe rede social para tudo. De nicho à massa, os objetivos das redes são tão variados que se encontra de tudo. LindkedIn não tem um propósito estranho. Aliás, um propósito útil para um mundo onde conexões no mercado de trabalho são importantes. Quem se cadastra na rede quer mostrar a todos o seu currículo, suas qualificações e seus colegas do mercado.
Mas o problema surge quando uma rede tão do bem, que captou tanto o espírito ocidental de trabalho é bloqueada na China, conhecida por um controle de informações restrito, banindo até o Google. Por um dia em Fevereiro, os usuários chineses não puderam acessar suas contas no site. Há rumores de que o responsável pode ter sido o Governo chinês, como também uma falha na rede.
O fato da censura chinesa é um problema? Sim, mas o ponto chave aqui, além da liberdade que a internet proporciona, é a abertura de IPO da empresa na bolsa americana. Um 'falha' dessas prejudica o crescimento do LinkedIn, que já alcançou um milhão de usuários na China, e ajuda a impedir a migração da empresa, saindo do mundo virtual e caminhando para o mundo real, para o mundo financeiro.